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ELE QUERIA SER CORNO

ELE QUERIA SER CORNINHO

Não sei desde quando tenho esse desejo. Acho que sempre fantasiei com a idéia da mulher que estava comigo fazendo sexo com outros homens.

Mas quando comecei a namorar minha esposa, por qualquer motivo, o desejo tornou-se mais forte. Quanto mais nosso relacionamento se aprofundava emocionalmente, mais eu a desejava fisicamente e mais desejava que ela se entregasse a outros machos, em minha fantasia mais dotados e ?dispostos? que eu. Queria vê-la gozando com eles, mas também me excitava pensar nela divertindo-se sozinha, e me contando depois.
Não posso negar que há uma sensação de humilhação nesta fantasia, neste desejo de ser corno, mas o prazer que vem junto é imenso.
Nunca fui de me privar de meus desejos e vivi minha cota de experiências sexuais. Da mesma forma, nunca escondi de minhas namoradas nada. Se era para haver algo, que fosse sem segredos, sempre pensei. Não foi diferente com minha esposa. Ela se assustou com algumas coisas, mas nosso amor aconteceu.
E assim, o assunto acabou surgindo em nossa cama. Não que o sexo a dois fosse ruim, ou estivesse esfriando, longe disso. Mas gostaria de viver a experiência de ser esse ?corno? consentido e acabei trazendo o assunto à tona.
Ela relutou, rejeitou, até chorou em algumas ocasiões, mas a excitação que surgia era inegável para os dois. Eventualmente, ela permitiu que eu criasse perfis em sites e comunidades online, especializadas em swing e menage e até que tirasse fotos ?desinibidas? dela para exibir nos tais sites.
O clima da brincadeira virtual e as conversas sobre o assunto acabaram nos levando de súbito, certa noite, por iniciativa dela, recheada de ?vou preparada, mas só quero é olhar?, para uma balada liberal.
Fui sem esperar que ela finalizasse algo, embora minha esposa costume ser imprevisível. Apesar da lingerie sexy e do fio dental que usava por baixo do vestido, acreditei que ela iria no máximo dar ?uns moles? e com sorte, uns beijos e amassos. Mas apenas ir a casa de swing já era um avanço em direção a realização de minhas fantasias e desejos.
Chegamos, conhecemos, curtimos.
 Com a diferença que olhar, ou cobiçar, a mulher ou homem do próximo(a) não suscitaria confusão. Curtimos a boate, conversamos.
 Vimos pessoas conhecidas, de outras épocas de nossas vidas! Em meio a tudo isso, ficava a expectativa: ?será que vai rolar algo??. 
Eu não tirava a mão da bunda de minha esposa, excitado por sentir o fio dental que ela usava, e pelo clima em geral. 
E foi assim, que umas duas horas depois de chegarmos lá, tendo ela bebido bastante, chamou um solteirinho pra junto da gente, e em dois minutos estavam se beijando, no meio da boate.
 Ele confirmou comigo se estava tudo bem, que o espaço era do casal. O papo com o  ?amigo? 
que claro, estava interessado mesmo em comer minha esposa, cumpria um ritual e me excitava. Não sabia muito bem o que fazer, mas fiquei por ali, dando espaço para eles namorarem.
Quando ela se virou pra mim, esfregando a bunda no pau do rapaz ao som da música, e me disse: ?Amor, como ele está duro.?, fiquei louco, tive uma ereção intensa na hora, e minha respiração ficou muito ofegante.
Vê-la no amasso com o rapaz foi muito excitante, mas o melhor ainda estava por vir. Fizemos uma tour pelo clube, e certa hora, fui ao banheiro e deixei os dois sozinhos. Voltar e ?flagrar? os dois aos beijos, foi outro momento de excitação extrema. 
Era a sensação de ?ser corno? consentido, uma combinação de excitação e humilhação. Humilhação porque minha mulher estava claramente gostando de ficar com outro homem. Eu queria ir ao banheiro, mas claro que quis deixar os dois sozinhos para dar-lhes espaço de intimidade, antes do que eu já sabia que viria. E também para saber o que sentiria. Comentei com ela sobre a sensação, brincando, como fazia em casa, e ela falou pro rapaz, que retrucou, mais uma vez cumprindo um ritual: ?Corno não, ele é meu amigo?. Não gosto de disfarçar as coisas sem necessidade. Poderíamos vir a ser amigos, mas naquele momento ele na verdade fazia o papel do macho alfa comedor e eu do corno manso que cedia a esposa, e gostava disso. Simples. Apenas ri, e concordei, afinal não era hora de polêmicas, com meu desejo prestes a se realizar.
, Enquanto o macho beijava e apertava os seios fartos de minha esposa, que esfregava a bunda em mim. Me lembro quando ela virou de frente pra mim, me beijou e desceu o rosto até entre minhas pernas, empurrando a bunda no pau do seu novo macho, que a segurou firme pela cintura, sarrando com vontade.
Dali, ela quis ir para uma cabine. Pegamos uma com porta de treliça, que permitia a visão da transa por quem estivesse no corredor. E então pude assistir ao espetáculo de minha esposa se entregando aos carinhos do seu novo, e mais jovem, macho. Ajudei a ela a se despir, ficando apenas com o corpete e o salto agulha, para o rapaz que esperava para desfrutar de seu corpo. Pude me deliciar com seus gemidos enquanto ele enfiava a cabeça entre suas pernas e chupava sua buceta, e participei um pouco, pois ela pediu para me chupar em determinado momento. Foi muito gostoso , mas a excitação da coisa era toda por conta do prazer que ela sentia e provocava no seu macho, que não era eu.
Ela me perguntou, de repente, se eu estava bem e o que eu queria mais. E ouvi minha voz dizendo: ?chupa ele?. Ela deu uma bela mamada no sujeito, embora não usando toda a habilidade ?técnica? que usa comigo. Não que o comedor tenha achado ruim. Sua expressão era de muito prazer, o que me deixou ainda mais excitado.
Cabe um parênteses aqui: o dote do nosso amigo, não era maior que o meu, o que para alguém que sente prazer em ser ?corno? não é muito legal. Parece comum entre os maridos liberais querer que suas esposas tenham comedores mais dotados que eles, mesmo que eles próprios já sejam acima da média.
E então, o ?melhor? momento, veio quando o macho peguntou, depois de chupá-la mais um pouco, o que ela queria mais, e ela respondeu: ?adoro penetração, vem!?. Me posicionei, para assistir enquanto o macho colocava a camisinha e ela abria as pernas pra ele. E então, lá estava o rapaz, dentro de minha esposa, que gemia, como quando estávamos juntos no leito conjugal. A sensação de humilhação somada ao tesão só crescia. E ouvi de novo minha voz dizendo ao comedor: ?Fode ela com força, que ela gosta!?
Ela gozou, gritando, segurando minha mão e apertando o braço de seu macho comedor com a outra.

Me senti  satisfeito  e feliz sendo corno /

 Nosso relacionamento, e o sexo continuam ótimos, mas continua meu desejo de vê-la fodendo com outros machos e até sentir a sensação de ser o ?ultimo a saber?mesmo  eu vendo tudo /isso me deixa   cheio 

de vontade de castiga-la   dando uma trepada bem gostosa kkk



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DOUTORA DO PRAZER 

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